Em tempos de conta digital, de corretoras e robôs de investimento, sete em cada dez brasileiros ainda preferem deixar o dinheiro parado na caderneta de poupança a se “aventurar” por alternativas que, na ponta do lápis, mostram-se mais rentáveis – dentro e fora da renda fixa. O dado é de uma pesquisa feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e do SPC Brasil, em parceria com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
O Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF) permitiu a uma construtora em recuperação judicial incluir no seu processo todos os credores referentes a um empreendimento com patrimônio de afetação. Isso significa que a devedora vai poder negociar, por exemplo, com o banco que financiou a obra - o que, segundo advogados, não é comum nas decisões sobre o tema.
A qualidade dos cursos de engenharia oferecidos hoje no País foi um dos principais assuntos da pauta da 4ª Reunião do Fórum de Presidentes de Creas da Região Nordeste, realizada na última sexta-feira, dia 5 de outubro, em Aracaju. As reflexões e pontos de vistas colocados sobre a questão resultou na proposta da criação de uma Comissão Temática para aprofundar a discussão sobre o tema. Aprovada, por unanimidade, a proposição tem por objetivo ampliar o debate com foco em várias frentes relacionadas ao ensino da Engenharia, Agronomia e Geociências.
O evento está na sua primeira edição e conta com palestrantes mestres e doutores da UFRGS
A caderneta de poupança teve a maior captação de recursos para setembro desde o início da série histórica, iniciada em 1995. Os depósitos superaram os saques em R$ 8,541 bilhões no mês. Com o resultado, sobe para R$ 775,774 bilhões o total de recursos aplicados no investimento. Até agosto, estava em R$ 764,408 bilhões.
O Conselho Monetário Nacional (CMN) anunciou em julho um conjunto de medidas econômicas que alteram as regras de financiamento imobiliário no país. O aumento da liberdade concedida aos bancos para indexar contratos e a utilização do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para imóveis de até R$ 1,5 milhões estão entre as modificações mais importantes da reforma.
