Banco Central (BC)

  • mudccAs mudanças na regulamentação do crédito imobiliário, anunciadas nesta semana pelo Banco Central (BC), são uma espécie de "test drive" de um mercado mais livre e podem atrair novos competidores. A afirmação é de Gilberto Duarte de Abreu Filho, presidente da Abecip, associação das instituições financeiras que atuam no setor.
  • taxaseliPela quarta vez seguida, o Banco Central (BC) não alterou os juros básicos da economia. Por unanimidade, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve nesta quarta-feira (19/9) a taxa Selic em 6,5% ao ano. A decisão era esperada pelos analistas financeiros.
  • deac8a6272b47d33912b8967db2eb684A MEDIDA, DIZ O BANCO CENTRAL, PROCURA "MITIGAR A POSSIBILIDADE DE ATRASOS" NOS PAGAMENTOS DOS INVESTIDORES EM CASO DE DESCONTINUIDADE DA INSTITUIÇÃO EMISSORA DO TÍTULO.
     
    O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou uma resolução para dar "celeridade e segurança jurídica" ao processo de transmissão da administração da carteira de ativos da Letra Imobiliária Garantida (LIG). A medida, diz o Banco Central, procura "mitigar a possibilidade de atrasos" nos pagamentos dos investidores em caso de descontinuidade da instituição emissora do título.
  • size 960 16 9 casa miniatura moedas4O Banco Central (BC) divulgou nesta segunda-feira (30) o limite máximo de taxa de juros para utilização em contratos de financiamento prefixados dentro do Sistema Financeiro da Habitação (SFH). De acordo com a nota, o percentual referente à remuneração básica dos depósitos de poupança, para vigência em maio de 2018, é de 0,0000% a.a..
  • poupA caderneta de poupança teve a maior captação de recursos para setembro desde o início da série histórica, iniciada em 1995. Os depósitos superaram os saques em R$ 8,541 bilhões no mês. Com o resultado, sobe para R$ 775,774 bilhões o total de recursos aplicados no investimento. Até agosto, estava em R$ 764,408 bilhões.
  • 1014820 20042016 wdo 1096A maior parte dos recursos sacados das contas inativas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) por clientes bancários foi destinada para a compra de imóveis e redução do endividamento, segundo análise publicada no Relatório de Inflação, divulgado hoje (29/3) pelo Banco Central (BC), em Brasília.
     
    Na análise do BC, foi possível mapear o destino de R$ 13,055 bilhões, representando em torno de 30% dos recursos totais sacados (R$ 44,3 bilhões). Desse total analisado, 38,4% foram destinados para redução de endividamento, 2,6% para redução de inadimplência, 14% para aumento de gastos no cartão de crédito, 4,5% para compra de veículos e 40,5% à aquisição de imóveis.
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